Home Data de criação : 08/04/28 Última atualização : 08/12/24 19:28 / 7 Artigos publicados

GASES DO EFEITO ESTUFA - O PÊIDO TEM CULPA  escrito em quarta 24 dezembro 2008 19:28

                                               GASES DO EFEITO ESTUFA

                                                     O PÊIDO TEM CULPA

Especialistas dizem que a flatulência dos ruminantes - (vacas, veados, girafas e outros) - é o terceiro fator para o agravamento do aquecimento global com 16% das emissões de gases-estufa.  Em primeiro lugar está a queima de combustíveis fósseis e em segundo de florestas que são emissores de dióxido de carbono.

O Brasil é o grande produtor de carne bovina e, além disso, está sempre destruindo florestas para ampliação de pastagens e produção de monoculturas. Este fato nos coloca com um dos maiores poluidores da atmosfera global. O governo brasileiro diz que é difícil saber onde está havendo desmatamento e queimadas. Até parece que nunca ouviram falar de satélites que fotografam todos os recantos da terra a cada minuto. É uma desculpa para enganar os ignorantes. O Congresso brasileiro tem uma grande parcela de culpa por não fazer leis sérias que garantam o recebimento de multas aplicadas aos infratores. Os criminosos destruidores das florestas não dão a mínima para as multas porque sabem que nem a justiça conseguirá cobrar. Na prática, as multas são aplicadas para fazer bonito diante das câmeras de TV que sempre estão lá para registrar.

As flatulências dos ruminantes contêm um gás chamado metano -(CH4)- que colabora no agravamento do efeito estufa e é 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono -(CO2)- o principal gás-estufa. O metano está presente no um de quase todos os animais.

A quantidade de metano produzida pelos ruminantes é muito alta. Um vaca é capaz de emitir 250 milímetros de metano com um único pum. Estes animais possuem um número muito maior de bactérias para ajudá-los na digestão da glicose das folhas que comem. Cada pum de uma vaca é uma verdadeira bomba contra a camada de ozônio.

Quanto aos gases liberados pelos humanos não são tão poluidores. O gastroenterologista Dr. Dan Waitzberg, da Faculdade de Medicina de USP fez alguns cálculos que nos ajudam a entender melhor esta questão. Segundo ele, uma pessoa emite cerca de 700 milímetros de gases por dia. Desse total 360 milímetros são de hidrogênio, 68 milímetros são de dióxido de carbono e apenas 26 milímetros são de metano.

Quando analisamos friamente esta questão podemos perceber que a grande produção de gado para corte que o mundo exige é resultado da super população mundial. Na verdade nosso planeta não comporta o exagerado número de pessoas que o povoa. Ele já ultrapassou em mais de 30% a sua capacidade de alimentar satisfatoriamente a população mundial. Precisamos reduzir drasticamente a natalidade humana ou a natureza fará o controle populacional de maneira inimaginavelmente cruel.

As catástrofes climáticas que o mundo vem sofrendo é apenas um aviso da natureza.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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O INFERNO DE DANTE É AQUI ! por Nicéas Romeo Zanchett  escrito em domingo 12 outubro 2008 13:11

O poeta florentino Dante Alighieri nasceu em maio de 1265 e morreu de malária em 13 de setembro de 1321.

A Florença de Dante era uma cidade tomada pelo conflito entre brancos e negros. Os brancos eram da burguesia local, constituida principalmente por banqueiros e comerciantes cuja única preocupação era ganhar dinheiro. Os palacetes dos ricos eram construidos de forma prática, onde a estética dava lugar aos seus objetivos de acumular fortunas. No andar térreo ficavam as lojas para o comércio; no alto, as torres e bastiões para a defesa. Tão logo os chefes de uma facção política eram banidos, os adversários lhes desmantelavam as casas. Era uma cidade em que não havia lugar para gentilezas, onde todos viviam sob a inquietação das ciladas e violências. Os negros eram a classe pobre e com eles se alinhavam os trabalhadores mais humildes e os restos da antiga aristocracia feudal que compartilhavam o ódio pelos prósperos burgueses das lojas, dos bancos e das incipientes indústrias. As casas ficavam amontoadas e comprimidas entre si. As ruas eram estreitas e mal cheirosas  com porcos e galinhas remexerndo o lixo, jogado pelos moradores, à procura de comida. A cidade estava em permamente estado de escuridão: à noite não havia iluminação pública e de dia a sombra  das casas, alinhadas e coladas entre si, impediam a luz solar. Quase não havia espaço livre, pois todos eram ocupados por moradias que mais pareciam fortalezas improvisadas.

Apesar das constantes discórdias, Florença era uma cidade próspera e o dinheiro circulava com abundância.

O início do século XIV foi marcado pelas constantes lutas pelo poder entre as famílias tradicionais. Todos os cargos públicos ficavam à mercê dos interesses políticos que geravam corrupção, subornos, peculato e gastos irregulares para garantir a permanência no poder.

Embora apaixonado pela bela Beatriz, em 9 de fevereiro de 1277, Dante, aos nove anos, casou-se com Gemma Donati, de mesma idade e de poderosa família nobre que lhe trousse um grande dote de 200 pequenos florins. A precocidade era parte dos costumes da época que faziam do casamento uma espécie de aliança entre famílias.

Foi neste clima de violência e insegurança que Dante viveu e produziu uma das mais célebres obras: a "Comédia" que em 1555 recebeu o aditivo de "Divina", passando então a chamar-se "A Divina Comédia". É um poema de viés épico e teológico da literatura mundial. O início de sua composição deu-se por volta de 1307 e foi concluido pouco antes de sua morte em 1321.

Buscando na história, podemos fazer um paralelo com o que está acontecendo em nossos dias urbanos.

Nossas cidades estão tomadas por favelas e seus habitantes vivem em constante clima de terror e medo. O poder governante perdeu o controle. Estamos todos em um mar tempestuoso a caminho de iminente naufrágio. Nossas estruturas representativas perdem prestígio a cada dia. Os parâmetros adotados nas últimas décadas são fórmulas para capturar o espaço público e garantir o poder e o enriquecimento ilícito. As estruturas de contestação social ocupam as ruas e as estradas apenas para defender seus interesses pessoais. Nos partidos políticos, a oposição se molda de acordo com os interesses individuais. O regime federativo do país está contaminado pela banda podre e infiltrado pelas mais diversas formas de criminosos corruptos e corruptores.

Durante muitos anos assistimos pacientemente a migração de brasileiros do campo para as cidades. As periferias e os morros foram silenciosamente sendo ocupados sem nenhum critério de ordenação urbanística. Aos poucos as favelas foram tomando dimensões megalíticas sob os olhos omissos das autoridades. Em cada comunidade surgiram novas formas de poder com leis próprias. As crianças são educadas de acordo com as leis locais e até aprendem admirar o crime como a melhor forma de vencer na vida.

A estrutura governamental de segurança pública esta dividida entre o bem e o mal, dando surgimento a organizações paramilitares "milícias" que fogem ao controle das próprias instituições a que pertencem.

Verdadeiramente, não conhecemos a vida na favela. Ali parece ter surgido uma nova classe social que se alfabetiza no analfabetismo das ruas e vielas com esgoto a céu aberto.  O crime é lei, o líder é o mais cruel e a miséria é estado permanente de viver.

O ideal de governo verdadeiramente representativo seria a consolidação de lideranças nascidas no seio dos partidos políticos, mas um partido não pode ser simbolizado por um único personagem, forjado no calor de uma conjuntura social adversa que, geralmente, acaba em atitudes ditatoriais como as que estamos assistindo em vários países da América Latina.

O que vemos é ausência de uma vontade política que atraia e incorpore a verdadeira indignação e descrença estampada na cara do cidadão que paga impostos e mantém as estruturas.

Nossa paralítica burocracia e falta de vontade política impedem medidas que possasm criar os mecanismos necessários para atualizar as leis e evitar impunidades. O legislativo acomoda-se sob o véu da imunidade parlamentar. Fala muito, mas pouco faz.

O judiciário aplica as antigas leis que impedem punições. Os crimes são cometidos, alguns julgados  e seus autores, mesmo condenados, continuam soltos. Os presídios estão cheios de "ladrões de galinha" enquanto os grandes criminosos estão livres e praticando suas barbáries sem que nada seja feito.

Será que ainda estamos na Idade Média como a velha Florença do tempo de Dante?

Será que é este o Brasil que queremos deixar para os nossos filhos?

Por tudo isto aqui é o Inferno de Dante.

"DEIXAI TODA A ESPERANÇA, Ó VÓS QUE ENTRAIS !". Dante Alighieri

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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O MUNDO TEM FOME por Nicéas Romeo Zanchett  escrito em sábado 16 agosto 2008 22:09

                                O MUNDO TEM FOME

A crise alimentar mundial está atingindo proporções nunca antes imaginadas.

Há oitocentos milhões de pessoas desnutridas no mundo. Onze mil crianças morrem de fome a cada dia. De cada sete pessoas uma padece de fome. Um terço das crianças dos paises em desenvolvimento tem atraso no crescimento físico e intelectual. Um bilhão e tresentos milhões de pessoas não disõem de agua potável. 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são anêmicas.

Em mais de 40 países ao redor do globo terrestre estão acontecendo revoltas de famintos. A imprensa, sob pressão do poder econômico empresarial, tem se mostrado silenciosa e miope a respeito  deste assunto.

A prioridade dos países ricos tem sido alimentar os veículos e as máquinas que lhes garantem conforto. Há uma preocupação muito grande com o fim das reservas de petróleo.

A história tem nos mostrado que desde a descoberta do petróleo ele tem sido a principal motivação das guerras e uma das principais causas do aquecimento global que vem causando tsunamis, furacões, tempestades e tantas outras catástrofes climáticas. O petróleo causou enorme desigualdade entre os países. Ele permitiu o armamento desenfreado de inconseqüentes candidatos a ditadores.

A Organização Mundial do Comércio, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e os países ricos adotaram um sistema de industrialização da agricultura que se rege pela liberação, pela especulação e pela competição. Querem mais dinheiro a qualquer preço. Sua proposta unificada é de mais produção, mais transgênicos, mais fertilizantes e mais mercado consumidor que possa pagar.

Segundo a Organização para Alimentação e a agricultura (FAO), a dívida externa dos países menos avançados está impossibilitando a importação de alimentos e ou o desenvolvimento agrícola de que necessitam para alimentar sua população. O endividamento com bancos particulares, Banco Mundial e FMI obriga estas nações a incrementar exportações para pagar juros da dívida externa. Cerca de 40% do valor arrecadado com estas exportações são utilizados exclusivamente para pagamento ddos juros. Apesar disso, infelizmente, a dívida continúa crescendo.

Antes da Segunda Guerra mundial a África. Ásia, América do Norte e América Latina eram os grandes exportadores de alimentos. Hoje a situação é bem diferente. Mais de 100 países são dependentes e importadores de alimentos provindos da América do Norte. Esses países relegaram a agricultura a um plano secundário e se voltaram para a produção industrial. A situação climática tem criado problemas insuperáveis para a America do Norte que hoje já não consegue atender a estes países importadores, uma vez que desde 1988 sua produção vem caindo, a tal ponto que já não consegue atender ao consumo interno. O principal fenômeno é a seca e conseqüente carência de água que vem atingindo todo o planta.

Olhando para o futuro podemos ver que o mundo terá alimentos e mesa farta, mas os pobres morrerão de fome por não terem dinheiro para comprá-los.

Os países ricos não abrem mão dos subsídios agrícolas. isto ficou bem claro na última negociação de Doha. Agindo assim eles garantem seu alto índice de consumo e desperdício enquanto grande parte da população mundial luta pela simples sobrevivência.

O desequilíbrio de renda chegou a tal ponto que hoje no mundo 1.125 bilionários individuais possuem mais riquezas do que o conjunto de países onde vivem 59% da  população mundial.

No Brasil contabilizamos 5 mil  famílias detendo 46% da riquesa nacional.

Precisamos urgentemente retornar aos ensinamentos dos nossos ancestrais para produção de alimentos orgânicos, preservação do solo e seu enriquecimento com nutrientes naturais. O Caminho é a agricultura familiar. No Brasil 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa provem da agricultura familiar, mais ou menos assim distribuidas: 67% do feijão, 60% da produção de suinos, 70% de frangos, 56% de laticínios, 89% de mandioca, 75% de cebola e 70% de alface.

Nossos pequenos agricultores serão a salvação para que os brasileiros não passem fome, mas é importante privilegiar os mercados locais e regionais como, também, criar mecanismos de forma a inibir e até coibir a especulação com alimentos, impedindo a formação de oligopólios.

Estudos das mudanças climáticas mostram resultados alarmantes sobre aquecimento global. O que antes parecia ser discurso de cientistas sonhadores estão acordando a humanidade. na verdade não precisamos nos preocupar com a natureza e sim com a sobrevivência nossa e de outras espécies.  A natureza não está nem aí para os nossos problemas climáticos. Ela sobreviveu a tempestades de asteróides, idade do gelo, extinção de dinossauros e, portanto, não será um simples aquecimento que irá prejudicá-la. Ela seguirá seu curso muito feliz e sem a nossa presença.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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A EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA NO BRASIL  escrito em domingo 18 maio 2008 13:41

                                   A EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA NO BRASIL

   Voces lembram da música '90 MILHOS EM AÇÃO"  que todos cantavamos na copa de 1970?  pois é, a nossa população dobrou em apenas TRINTA ANOS.

    Naquela época eramos um pais carente e atualmente estamos pior, pois o crescimento populacional explosivo se dá nas classes mais pobres.

    Somos todos irresponsáveis e ficamos nos baseando o procurando justificativas nas estatisticas do IBGE   que diz que a a média de 6,2  filhos por mulher brasileira dos anos 50 caiu para 4,4  filhos em 1980 e para 2,3 no ano 2,000.

    As estatisticas mostram a natalidade global Dos brasileiros mas é preciso prestar bem atenção que nas classes sociais mais elevadas as taxas de natalidade são até negativas. Isto nos leva a concluir que a explosão demografica, na verdade, está muito maior nas classes mais pobres. Em outras palavras, o nascimento de pessoas carentes é geométricamente muito maior que das outras classes. É por esta  razão  que o númuero de pessoas pobres esta aumentando. COMO SERÁ DAQUI A TRINTA ANOS? ???????????

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9 ou 10 BILHÕES DE HABITANTES EM 2050  escrito em domingo 04 maio 2008 14:32

                            A SUPERPOPULAÇÃO MUNDIAL

                         Fonte: TUDO SOBRE GEOGRAFIA -  http://setrem.com.br

   A terra terá mais de 9 bilhões de habitantes na metade deste século, apesar do efeito devastador da aids nos paises subdesenvolvidos, uma vez  que a população das nações ricas envelhecerá e diminuirá,segundo um estudo da ONU . O relatório Perspectivas da População Mundial - Revisão 2.000 prevê que a população mundial deve chegar a 9,3 bilhões em 2050. A estimativa mínima é de 7,9 bilhões e a máxima, de 10,9 bilhões. "Algumas pessoas pensam que o problema da SUPERPOPULAÇÃO mundial já não existe", disse Joseph Chamie, diretor da divisão demográfica da ONU.  "Mas não é assim. Este é um tema que nos afetará por muito tempo." As projeções indicam um futuro com população maior, mais velha, pobre, urbanizada e dependente da globalização e da migração. Na metade de 2000, a população mundial erá de 6,1 bilhões de pessoas e crescia a um rítmo anual de1,3% , ou seja, 77 milhões de indivíduos. Seis paises - Índia, China, Paquistão, Bangladesh e Indonésia - eram respónsáveis por metade desse aumento. O estudo da ONU estima que a população dos paises mais ricos, hoje na casa de 1,2 bilhão, deve mudar pouco, já que os níveis de fecundidade devem permanecer abaixo dos de mortalidade.  Até a metade do século, 39 paises deverão ver sua população reduzida, entre os quais Alemanha, Japão (ambos com diminuição de 14% em relação a 2000), Itália, Hungria(25%), Rússia, Geórgia e Ucrânia (entre 28% e 40%). Segundo Chamie, a redução das taxas de natalidade na europa e no Japão forçará essas nações a reajustarem suas políticas migratórias e modificarem suas políticas sociais para suprir as necessidades de uma força de trabalho em declínio. Por outro lado, a população dos paises em desenvolvimento deverá aumentar regularmente, de 4,9 bilhões  para 8,2 bilhões em 2050. O crescimento mais rápido deve ocorrer nas 48 nações mais pobres, a maior parte deles na Africa subsaariana, onde a população passará de 658 milhões para 1,8 bilhão. Essa previsão já considera uma redução na taxa de natalidade e o aumento no índice da mortalidade provocado pela aids.  Desaceleração - O estudo prevê que o crescimento demográfico na àfrica será tão marcante que dezenas de milhões de mortes por causa da aids vão só desacelerá-lo, não revertê-lo. A África do Sul é a única exceção. Ali, a baixa taxa de fertilidade e as mortes causadas pela aids podem resultar numa taxa de crescimento negativa.  A Índia, com uma população que corresponde a duas vezes e meia à de paises membros da União Européia (UE), está tendo crescimento populacional muito mais rápido do que o previsto. " Em 2000, a UE teve um aumento vegetativo de 343 mil pessoas". disse Joseph Chamie.  " A Índia alcançou isto na primeira semana de 2001. Se você acrescentar a migração para a Europa, o crescimento líquido deve ficar em torno de 1,2 milhão. A Índia teve essa expanção nas três primeiras semanas do ano.   Praticamente tudo foi crescimento vegetativo e muita gente está partindo. " Na metade do século, os  EUA serão o único país desenvolvido entre os 20 mais populosos do mundo.  Em 1950 pelo menos medade dos dez principais paises era composta por nações industrializadas. Em 2000, ainda havia três- EUA, Japão e Rússia.  A expectativa de vida nas regiões desenvolvidas passará de 75 em 2000 para 82 anos em 2050. Nas subdesenvolvidas, subirá de 63 para 75 anos no mesmo período, indicando uma redução na diferença que separa os dois grupos  Idosos - Outro dado é que o número de pessoas com mais de 60 anos será triplicado, passando dos atuais 606 milhões para 2 bilhões da metade do século. O número de indivíduos acima de 80 anos subirá de 69 milhões para 379 milhões. O brasil está entre os seis paises que terão mais de 10 milhões de pessoas nessa faixa etária. As projeções indicam que em 2050 a Espanha será o país com maior quantidade de pessoas acima de 60 anos em relção ao número de crianças (3,9 por 1). A Itália, hoje primeira nesse ranking, passará a ocupar o segundo lugar.

Pesquisado e postado por  > Nicéas Romeo Zanchett

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